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Obras de 26 milhões dividem Ribau Esteves e Alberto Souto

Ribau Esteves entrou na pré-campanha para criticar uma publicação do candidato do PS/Aveiro, Alberto Souto, que discorda das últimas adjudicações e lançamento de obras a concurso

A aprovação da adjudicação de novas obras em Aveiro e a abertura de concurso de outras empreitadas, que somam 26 milhões de euros, está a dividir o atual presidente da câmara, Ribau Esteves (PSD),
e um seu antecessor, o socialista Alberto Souto, que é candidato ao cargo nas próximas eleições autárquicas. Nos dias seguintes à reunião privada da câmara, na passada quarta-feira, sucederam-se os comentários e publicações nas redes sociais, sendo uma delas a do candidato do PS, que acusou Ribau Esteves de «má-fé política» ao avançar com estas obras. «Legitimidade formal terá. Má-fé política também», escreveu, reagindo à aprovação das adjudicações e concursos, que teve votos contra dos vereadores do PS naqueles pontos da agenda.
Crítica Ribau Esteves, porque, «a três semanas de se ir embora, anda a aprovar planos e projetos que nunca deveriam ter saído da gaveta onde se fecham as ideias infelizes».

Ribau Esteves responde
O comunicado assinado por Ribau Esteves «repudia a mentira e o insulto» e mantém que tem «plena legitimidade legal e institucional para tomar decisões até ao final do mandato, recordando a «maioria com 51,26 por cento, com seis dos nove vereadores.
Aliás, são obras previstas no orçamento, lembra, «não são «decisões de última hora e com garantia de financiamen­to». Diz Ribau Esteves que «paga o que deve, não deixa faturas escondidas na gaveta», ao contrário do que aconteceu há 20 anos (quando Alberto Souto foi presidente) com a câmara «mergulhada em dívidas e bloqueada financeiramente». Tem dados sobre o estado do município, como o «crescimento acima da média nacional em população e dinamismo económico», enquanto do PS há uma «tentativa de apagar a má história que o PS deixou na Câmara de Aveiro». O candidato socialista, diz Ribau Esteves, faz «uso da mentira, do insulto, da arrogância de querer governar sem a legitimidade da eleição, da deturpação da realidade, sistematicamente utilizadas pelo PS».

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Setembro 19, 2025 . 20:30

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