
Festival O Gesto Orelhudo vai até ao Centro de Artes de Águeda
Na noite de abertura do evento, os coletivos Yllana & Töthem levam “Trash!”, um espetáculo de comédia, percussão e reciclagem. Já no café-concerto, há lugar para música e teatro de improviso, com a “Última Estreia”, d’Os Improváveis. A 2 de outubro, o quarteto ucraniano Dekru sobe ao palco com “Light Souls”, numa «reinvenção» da arte da mímica. Na mesma noite, uma estreia absoluta, mundial e exclusiva: “Toy Piano, Piano Toy”, de Mariana Miguel e Ricardo Regalado.
Para o dia 3, a companhia espanhola Teatro Che y Moche transforma “El funeral” numa «caricata festa difícil de descrever», escreve a organização, em comunicado. Ainda na sexta-feira, no café-concerto, Miss E@sy, da Companhia Marimbondo, vai «desfilar loucura». Na última noite, Mimo’s Dixie Band convidam a Banda Castanheirense, numa junção de comédia, circo, mímica e a tradição filarmónica portuguesa. A fechar, Pinhal do Zé apresenta uma «viagem feita de melodrama, dança e algum suor, para a última “noite orelhuda” desta edição».
Há duas novidades para esta edição: as “noites orelhudas” começam sempre às 21 horas, contando com um “warm-up” de Safaneta Clown, no foyer do CAA; e todas as noites o café-concerto arranca com uma homenagem a António Pires (jornalista, escritor e autor do livro “Contexto”, da d’Orfeu), a cargo de Luís Fernandes.
O festival é uma coprodução da d’Orfeu AC e do município de Águeda, contando ainda com o apoio do Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes.












