
Uma «maioria absoluta» ou a «ingovernabilidade» e o «caos» na Câmara de Aveiro
A coligação PSD-CDS-PPM Aliança com Aveiro” apresentou ontem o programa eleitoral com a construção de habitação no topo das prioridades, mas o candidato a presidente da câmara, Luís Souto Miranda, faz depender o sucesso, caso vença, da criação ou não de uma maioria absoluta.
Na conferência de imprensa, questionado sobre o adversário que considera como principal nesta corrida, não identificou qualquer um mas sim a «desinformação, a deturpação e manipulação do que temos dito. As “fake news” chegaram a Aveiro, até em títulos da comunicação social, para não falar nas redes sociais».
A partir daqui, o candidato disse que a coligação está a «trabalhar para a maioria absoluta». Se não a conseguir, há o «perigo de “congelar” Aveiro nos próximos quatro anos». Num município que tem tido «ciclos virtuosos de desenvolvimento, progresso e boas contas, há o risco de ter uma câmara ingovernável, bloqueada, congelada, e todos vão sofrer».
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