
«O bacalhau é o nosso rei», diz João Campolargo na inauguração do festival
O Festival do Bacalhau, que ontem começou no Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré, «é mais do que um evento de cinco dias» mas «uma alavanca de desenvolvimento do território», nomeadamente em termos turísticos, assinalou ontem o presidente da Câmara de Ílhavo, João Campolargo, durante a inauguração deste certame anual.
Uma das estratégias políticas do município passa por «atrair mais turistas» e a gastronomia é um setor que funciona como um dos principais chamarizes, disse o autarca. Os resultados das políticas de captação de turismo «já se sentem», com «mais visitantes e mais hóspedes e menos sazonalidade».
Apesar de dedicado ao bacalhau, um produto identitário do concelho, o festival «é muito mais do que gastronomia». «É economia, turismo e cultura», resumiu, sublinhando o peso económico da fileira para Ílhavo. Um total de 14 empresas geraram quase 150 milhões de euros e são responsáveis por 750 empregos diretos. No ano passado foram descarregadas seis mil toneladas de pescado no Porto de Pesca da Gafanha da Nazaré, outro número de um «setor estratégico» para o município, um «pilar» da economia local.
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