
Alberto Souto avisa investidores que pode anular concursos abertos
O candidato do PS à Câmara de Aveiro, nas eleições autárquicas de 12 do próximo mês de Outubro, Alberto Souto, escreveu ontem nas redes sociais que, sendo eleito, «todos os concursos abertos sem financiamento garantido e que não sejam considerados prioritários serão anulados. Fica o alerta para investidores e empreiteiros». O aviso é feito considerando o «afã irresponsável e de terra queimada, de abrir concursos de milhões, a três meses de cessar funções», referindo.-se ao atual mandato da Câmara de Aveiro, presidida por Ribau Esteves, líder da maioria PSD-CDS-PPM. Ribau Esteves não é recandidato a presidente por isso Alberto Souto diz que perante a situação que descreve, «quem vier a seguir que se amanhe».
Se for eleito presidente, será uma das suas principais tarefas, «na primeira semana pós-eleições, o novo Executivo terá que verificar a cabimentação orçamental de todos os concursos abertos este ano no orçamento de 2026 e da sua oportunidade/prioridade».
Lembra ainda que «o orçamento de 2026 não será feito pelo Eng. Ribau Esteves e terá em conta, «erros colossais, como o “Pavilhão Oficina”» e as «decisões de má-fé política», exemplificando com a «venda dos terrenos na rotunda do rato, para impedir a “Avenida de Sta Joana”», que Alberto Souto planeou nos seus mandatos, quando foi presidente da Cãmara de Aveiro, entre 1998 e 2005, e não executou.
Concretamente sobre a aprovação da abertura um novo concurso para obras de reabilitação do Museu de Aveiro, com preço base de 5,6 milhões de euros, na reunião do Executivo desta semana, chama a atenção para «os riscos da “municipalização” do Museu: despromoveu-se o museu da categoria de Museus Nacionais e por força disso, os encargos da sua gestão/manutenção, que eram do Estado, ficaram a cargo do Município». Alberto Souto é contra a gestão municipal do museu. «Agora aí estão as consequências», aponta.
O candidato do PS à Câmara de Aveiro, nas eleições autárquicas de 12 do próximo mês de Outubro, Alberto Souto, escreveu ontem nas redes sociais que, sendo eleito, «todos os concursos abertos sem financiamento garantido e que não sejam considerados prioritários serão anulados. Fica o alerta para investidores e empreiteiros». O aviso é feito considerando o «afã irresponsável e de terra queimada, de abrir concursos de milhões, a três meses de cessar funções», referindo-se ao atual mandato da Câmara de Aveiro, presidida por Ribau Esteves, líder da maioria PSD-CDS-PPM. Ribau Esteves não é recandidato a presidente por isso Alberto Souto diz que perante a situação que descreve, «quem vier a seguir que se amanhe».
Se for eleito presidente, será uma das suas principais tarefas, «na primeira semana pós-eleições, o novo Executivo terá que verificar a cabimentação orçamental de todos os concursos abertos este ano no orçamento de 2026 e da sua oportunidade/prioridade».
Lembra ainda que «o orçamento de 2026 não será feito pelo Eng. Ribau Esteves e terá em conta, «erros colossais, como o “Pavilhão Oficina”» e as «decisões de má-fé política», exemplificando com a «venda dos terrenos na rotunda do rato, para impedir a “Avenida de Sta. Joana”», que Alberto Souto planeou nos seus mandatos, quando foi presidente da Câmara de Aveiro, entre 1998 e 2005, e não executou.
Concretamente sobre a aprovação da abertura um novo concurso para obras de reabilitação do Museu de Aveiro, com preço base de 5,6 milhões de euros, na reunião do Executivo desta semana, chama a atenção para «os riscos da “municipalização” do Museu: despromoveu-se o museu da categoria de Museus Nacionais e por força disso, os encargos da sua gestão/manutenção, que eram do Estado, ficaram a cargo do Município». Alberto Souto é contra a gestão municipal do museu. «Agora aí estão as consequências», aponta.












