
Finalistas 2025 da UA fazem-se ao mundo do trabalho e a novos sonhos
Felicidade pelo percurso académico percorrido com sucesso, o orgulho das famílias e o futuro profissional que está ao virar da esquina, com os seus desafios e ambições. Os finalistas da Universidade de Aveiro (UA) viveram, ontem, o seu dia de festa no campus.
A edição deste ano da tradicional Bênção dos Finalistas, em Eucaristia presidida por D. António Moiteiro, o bispo de Aveiro, contou com 1.200 inscritos, sendo possível que mais recém diplomados tenham optado por viver o momento junto de suas famílias, pelo que não foram contabilizados pela organização.
«É preciso mais caridade nas mãos», proclamou-lhes o prelado na homilia, vincando que devem viver uma vida «a fazer o bem aos outros», porque esse bem é a si próprios que o fazem. No guião da Missa que os finalistas receberam deixou claro que «ninguém é feliz sozinho» e que podem e devem «partilhar» os seus dons.
Exortando-os a serem «peregrinos de esperança», encaminhou-os para a construção de um mundo melhor: «ponham-se a mexer!», exortou D. António.
Uma «turma» da Licenciatura em Engenharia Aeroespacial aguardava o início da cerimónia de olhos postos nos projetos que vão abraçar. De Vila Real, Márcio Teixeira sublinhou que optou pela «engenharia do futuro» e informou que tem viagem marcada para Estocolmo, a capital da Suécia, onde vai fazer mestrado.
Com vontade de «trabalhar na aeronáutica», Iuri Pinto, que é de São Brás de Alportel, vai manter-se na UA para o mestrado, tendo acentuado que escolheu o curso por ter vertentes, ao nível da mecânica e da eletrotecnia, que proporcionam acesso «a qualquer área da engenharia».
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