
Cardiologia da ULS da Região de Aveiro celebrou o seu caminho de conquista de capacidades
«A falta de espaço não tem impedido os profissionais de cardiologia de fazerem o seu melhor», sublinhou, ontem, Margarida França, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) da Região de Aveiro, na sessão comemorativa do 45º aniversário da Unidade de Cuidados Intensivos Coronários ((UCIC) e dos dois anos de funcionamento da Unidade de Diagnóstico e Intervenção Cardiovascular (UDIC) da ULS.
Sublinhou que «eles estão concentrados no seu trabalho e não se deixam perturbar» por esse «constrangimento». Acentuou que «o que faz um hospital são as pessoas e as suas competências», assegurando que a «qualidade» do serviço celebrado «tem feito a diferença» na vida de tantos doentes e tem sido «reconhecido em Aveiro e fora de Aveiro».
Margarida França aproveitou para informar que já se vê «a luz ao fundo do túnel» relativamente ao projeto para a ampliação do Hospital Infante D. Pedro, cuja feitura está a entrar na reta final.
Criada a 15 de maio 1980, a UCIC foi uma das primeiras unidades para as doenças do coração do país, tendo a abertura da UDIC, em 2023, constituindo o cumprir «de um sonho».
O médico José António Santos, detentor de trajeto no serviço, assumiu o contar a História da constituição da Unidade de Cuidados Intensivos Coronários, dando logo nota de que foi em 1976 que a cardiologia conseguiu a sua autonomia, como serviço, no Hospital de Aveiro. Deixou, também, nota de que, em 1974, o primeiro Congresso português apontou ao abraçar do «desafio» da criação de unidades coronárias. Realçou, ainda, que o ano de 1987 marcou «o início do internamento complementar de cardiologia» na unidade hospitalar aveirense.
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