
Câmara de Aveiro investiu 5,3 milhões nos bombeiros
Em 12 anos, a Câmara Municipal de Aveiro (CMA) demonstrou «capacidade financeira» para honrar os seus compromissos, nomeadamente com as duas corporações de bombeiros do concelho, tendo investido «cerca de 5.390.000 euros» no apoio às associações humanitárias (AH).
O «balanço» foi ontem feito por Rogério Carlos, vice-presidente do executivo e vereador da Proteção Civil, na assinatura de protocolos entre o governo local e as duas AH.
Garantindo que os documentos foram «aceites de livre vontade» pelas três partes, o autarca salientou que as verbas inscritas para o ano em curso visam apoiar a atividade normal da corporações, bem como apoiar os investimentos que vão fazer, e não esqueceu que a CMA também apoiará financeiramente - assumindo metade dos custos - a constituição de uma terceira Equipa de Intervenção Permanente (EIP) em cada uma delas.
O protocolo entre a autarquia e a Associação Humanitária de Bombeiros Novos de Aveiro prevê um valor global de 210.425,47 euros, dos quais 15.000 euros destinam-se ao financiamento da delegação de São Jacinto.
À Associação Humanitária de Bombeiros Velhos de Aveiro serão entregues 193.574,53 euros.
Os presidentes das AH agradeceram os apoios municipais, certos - disseram - de que a câmara municipal disponibilizou as verbas que poderia libertar para este fim, embora ambos também salientassem as necessidades mais vastas das suas corporações.
João Carlos Albuquerque Pinto, presidente dos Bombeiros Novos, vincou que o presidente da autarquia aveirense, seja quem for, «é feliz» por ter ao serviço da população «dois corpos operacionais bons em qualquer parte do mundo».
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