
Candidato do PS apresenta respostas para crianças, imigrantes e seniores
O candidato do PS à Câmara de Aveiro, Alberto Souto, apresentou ontem um «plano de inovação social» para dar resposta «aos novos desafios demográficos» e à falta de vagas nas creches e equipamentos de internamento de pessoas seniores. Ontem, apresentou a “Proposta n.º 10», como o faz semanalmente nas redes sociais, dedicado a “Políticas Sociais - Crianças, Imigrantes e Idosos”.
Das visitas que já fez, concluiu haver um bom nível de coesão social. «Das creches e infantários aos ERPI, passando pelos Centros de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário e ATL». Mas o trabalho «tem de se intensificar: não há vagas suficientes nas creches, nem no internamento das pessoas idosas».
Apontou para duas soluções contra o envelhecimento do país, o estímulo à natalidade e boa integração dos imigrantes e é preciso «encontrar novas respostas para os novos reformados que, entre os 65 e os 85 anos estão aí, com energia, competências e saberes disponíveis para participar na vida da comunidade».
O primeiro objetivo é “Zero listas de espera” e, para isso, será necessário construir «uma ou mais creches (consoante os dados o justificarem) na Zona Industrial de Taboeira», evitando deslocações excessivas entre a casa, creche e emprego, sugerindo ainda que isso seja feito «em parceria com as empresas empregadoras».
O plano inclui ainda a oferta de mais Estruturas Residenciais para Idosos (ERPI), para que «as pessoas institucionalizadas não fiquem muito distantes das suas famílias» e um programa de intergeracionalidade entre as escolas, juntas de freguesia IPSS, clubes e associações.
O candidato também sugere um “serviço de aconselhamento financeiro” para famílias em dificuldades, em parceria com a banca, e um “Fundo de Emergência Social e Integradora” para «situações transitórias de rutura financeira». Também considera necessária uma “Estratégia Municipal para a integração dos imigrantes”, em termos da língua, burocracias, inclusão social e alojamento transitório, em colaboração com as entidades empregadoras. Pretende dinamizar o CLASA - Conselho Local de Ação Social de Aveiro, um órgão deliberativo da Rede Social, composto por 86 parceiros públicos e privados, e a «legalização de todas as IPPS que ainda não têm as suas instalações legalizadas, viabilizando assim a sua candidatura a fundos financeiros públicos.
Outras ideias são o reforço da frota automóvel dos serviços de apoio domiciliário, oferta de pequenas reparações e entregas ao domicílio, assim como a criação de um banco de voluntariado dos novos reformados para «facilitar e incentivar a participação dessas pessoas em ações de cultura, desporto, nas IPSS, nas academia de saberes, entre outros».











