PSP informou que a recusa da entrada em Portugal dos estudantes guineenses que se encontram no aeroporto se deveu à falta de provas de que o seu objetivo era estudar
Operação decorre nas zonas de Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra e envolve cerca de 400 inspetores e peritos da PJ e sete magistrados do Ministério Público
Os acessos em causa terão resultado da utilização das credenciais de um médico por terceiros, afastando a hipótese de terem sido realizados pelo próprio profissional