O relatório aponta ainda que “a normalização da violência, as dificuldades na denúncia de abusos e a falta de monitorização eficaz” colocam em risco os direitos dos utentes
Operação decorre nas zonas de Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra e envolve cerca de 400 inspetores e peritos da PJ e sete magistrados do Ministério Público
Os acessos em causa terão resultado da utilização das credenciais de um médico por terceiros, afastando a hipótese de terem sido realizados pelo próprio profissional
Estudo da Universidade de Aveiro, realizado por Mariana Pinho, Inês Lourenço e Marisa Lousada, dá pistas sobre a organização das tarefas domésticas e dos cuidados com as crianças