Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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Feira dispersa pela “Baixinha” não agradou a todos


domingo, 12 junho 2016
A Feira de Artesanato Urbano, que se realiza habitualmente nas ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz, decorreu ontem na Praça do Comércio e em mais quatro espaços da Baixinha: Largo do Poço, Largo da Freiria, Largo do Romal e Largo Paço do Conde. «Mobilizar citadinos e visitantes para uma área que precisa de ser revivificada» é o objectivo perseguido pela Câmara Municipal de Coimbra com esta mudança, mas «escondidos» em locais de pouca afluência de pessoas, muitos expositores queixavam-se da nova localização. «Lá em cima passam muito mais pessoas e assim os expositores estão muito dispersos. Há pessoas que pensam que a feira é só aqui e nem vão aos largos», queixou-se Emília Pedro, que, mesmo junto às Escadas de S. Tiago, mostrava a sua arte em bijutaria, bandoletes e outros adereços. Raquel Cortês, que cria postais, cadernos e outro artesanato de papel, corrobora a ideia. No lugar que lhe foi atribuído - Largo do Romal - os artesãos vão falando uns com os outros e pouco mais. «Aqui não passa praticamente ninguém. Disseram-nos que era uma experiência, mas o facto é que não está a correr bem», diz a jovem de Coimbra.
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