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Grandes aglomerações sofrerão com a pandemia, salva-se o turismo no interior


quinta, 21 maio 2020



    


  No meio da pandemia do novo coronavírus, com fortes quebras nos negócios e mudanças de hábitos de fazer turismo, com a retracção natural das pessoas em irem para locais, normalmente, muito frequentados há “uma boa notícia para o Centro do país, com uma baixa densidade turística, é uma boa região para os turistas irem para o interior, às aldeias históricas, para locais onde não tenha multidões”.


As regiões Centro e Norte, tirando o centro do Porto, “são boas regiões para se fazer turismo no futuro próximo, é is­so que vai acontecer”, disse ao Diário de Aveiro Carlos Costa, Professor Catedrático e Diretor do Departamento de Economia, Gestão, Engenharia Industrial e Turismo da Universidade de Aveiro.


“O Algarve e a Madeira cheios de gente, vão sofrer muito, “co­mo é óbvio e concerteza” as praias da costa aveirense também serão afectadas. Na costa aveirense “temos pequenos algarves, como a a Barra, Costa Nova, a Vagueira, Mira, Esmoriza são zonas de grande aglomeração e vão ser fortemente impactadas com esta situação”.


Para aquele especialista, “é uma questão de “bom senso, as famílias irão dar umas voltas de carro pelo interior e arrisca­rão a tomar e a comer em determinado locais mas se tiver filhos pequenos, levarão um merendeiro porque é perigo­so”. Mas O Centro, o Norte e o Alentejo, que têm “baixa densidade turística´, vão começar gradualmente a ganhar turistas porque as pessoas também querem andar, não querem ficar presas em casa, estão fartas de estar em casa mas não estão com vontade apanhar o virus”.



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