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Estádio João Cardoso pode receber jogos que falta disputar na I e II ligas


quinta, 30 abril 2020

A proposta de solução para o reinício da I e II Ligas de futebol apresentada pelas associações de Aveiro, Coimbra, Leiria e Santarém defende a utilização de seis estádios na região Centro, disse à Lusa fonte dos proponentes.
Estas quatro associações distritais, às quais, entretanto, se juntou a de Viseu, disponibilizaram instalações para disputar os 180 jogos que faltam disputar das competições profissionais nos estádios de Leiria, Aveiro, Coimbra, Abrantes, Rio Maior e Tondela, acrescentou outra fonte das estruturas regionais.
A fonte dos proponentes contactada pela Lusa ressalvou que “esta é uma proposta de solução complementar para a disputa dos jogos, caso seja impossível a sua realização nos recintos dos clubes”, tendo em vista um eventual reinicio das competições devido à pandemia de covid-19.
Os dois principais escalões do futebol nacional foram suspensos em 12 de Março, após 24 das 34 jornadas – com o FC Porto na liderança da I Liga, com um ponto de vantagem sobre o campeão Benfica –, bem como a Taça de Portugal, que tem Benfica e FC Porto como finalistas.

Costa alerta que não
se poderão correr riscos
O primeiro-ministro salientou que a retoma das competições de futebol terá de ser sustentada "em fundamentos técnicos de saúde" por causa da covid-19, avisando que não se poderão correr riscos que coloquem em causa atletas e adeptos.
A mensagem foi transmitida por António Costa na sua conta pessoal da rede social Instagram, depois de ter recebido em São Bento os presidentes da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Pedro Proença, do Sporting, Frederico Varandas, do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, e do Benfica, Luís Filipe Vieira.
Segundo o primeiro-ministro, nesta reunião, em que foram analisadas as condições para um regresso das competições profissionais de futebol, houve "uma discussão franca e aberta".
"A retoma das competições de futebol, quando for decidida, terá de ser sustentada em fundamentos técnicos de saúde. Não podemos correr riscos que ponham em causa a saúde nem dos atletas nem dos adeptos", advertiu o líder do executivo.
Na sua mensagem, o primeiro-ministro fez também uma referência à importância do futebol na sociedade portuguesa.
"O futebol, quer queiramos quer não, é mesmo o desporto rei. A vontade que sentimos de voltar a assistir ao vivo a um jogo de futebol e de vibrarmos com os golos da nossa selecção é imensa. Sendo essa, acredito, a nossa vontade colectiva, essa decisão não pode ser emocional nem tomada de impulso", insistiu.

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