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Utentes do CEDIARA em aula sobre o 25 de Abril


Luís Ventura sábado, 23 abril 2016
“O que os soldados traziam, nesse dia, na ponta das espingardas, não eram balas, eram cravos”. Maria da Glória, utente do CEDIARA - Centro Dia para Idosos Ribeira de Fráguas, resumiu, numa frase, uma imagem que perdura do 25 de Abril de 1974. Imagem essa que os alunos de duas turmas do sexto ano, do Colégio de Albergaria, dificilmente terão visto. Mas ontem, vários utentes do centro de dia foram contar-lhes, na primeira pessoa, como foi viver esses acontecimentos e o que esse dia representou para o país. Manuel Silva era presidente da Junta de Freguesia de Ribeira de Fráguas quando se deu a revolução. “O 25 de Abril deu-se porque havia causas muito importantes”, acrescentando, perante a curiosidade crescente dos alunos, “que, naquele tempo, faltava liberdade e direitos fundamentais”, dando como exemplo que “nem todas as mulheres podiam votar”. Portugal vivia um “tempo de pouca aprendizagem, pouca cultura”, descreveu o ex-autarca, referindo ao 25 de Abril como “uma grande conquista”.
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