Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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Adriano Callé Lucas

Coimbra voltou a sentir a emoção de um rali que orgulha a região


sexta, 31 maio 2019
A cada “suar” do motor. A cada centímetro percorrido. A cada rolar das quatro rodas pelo asfalto. Uma entre muitas palmas. O entusiasmo, esse, via--se no olhar dos 8 aos 80 anos com a força que a expressão possa ter. A emoção e a vontade de ver “ases” do volante de perto, em carne e osso, dominando as poderosas e fantásticas máquinas de quatro rodas a ser mais forte. Sensações que expressam os momentos vividos pelos “amantes” dos ralis ou, simplesmente, os curiosos, que durante o final da tarde de ontem quiseram fazer parte do regresso do Rali de Portugal ao “coração” do país, a região Centro. E logo a organização quis que estas encantadoras máquinas, comandadas por não menos  hábeis “reis do asfalto”, tivesse a partida do Largo D. Dinis da Universidade de Coimbra com a Porta Férrea, a rua Larga, e a “A Cabra”, sempre atenta, a encherem-se de orgulho, nas pessoas, para receberem os melhores do mundo. António Vaz, de 67 anos, revelou «grande orgulho» por este regresso à Lusa-Atenas após 18 anos de ausência. Engenheiro de profissão, António gosta do engenho dos ralis e, quando o Campeonato Mundial está em Portugal, juntamente com um grupo de cerca de 15 amigos, não perde um, confidenciou ao nosso Jornal. «É sempre uma experiência boa para mim e, quando há o rali de Portugal, seja onde for, não falho um», disse. António estava num local estratégico, com sombra larga, e bem acomodado «perto da passagem e do bar», referiu.
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