Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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Adriano Callé Lucas

Cuidadores informais pedem apoios para continuar a cuidar


Friday, 15 March 2019
Deixam de trabalhar para se dedicarem a tempo inteiro ao cuidado dos seus familiares, doentes ou com incapacidade, ou reduzem o tempo de trabalho colocando em risco carreiras e vendo substancialmente reduzidos os salários. Os custos económicos são elevados, há graves situações de carência e de pobreza, a vida familiar é afectada, a social e as férias praticamente deixam de existir, soma-se a ansiedade, muitas vezes a depressão, e a exaustão. Os cuidadores informais fazem-no pelo bem-estar dos seus, por vezes sem outras alternativas, mas precisam de mais apoios, para continuar a cuidar - financeiro, laboral, benefícios fiscais e estruturas sociais e de saúde que os acompanhem devidamente e os “amparem” em caso de necessidade. De tudo isto se falou ontem, no colóquio “Cuidadores (in)formais: proteger quem cuida”.Numa altura em que o estatuto de cuidador informal se debate na Assembleia da República, a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM), em colaboração com a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM), juntaram cuidadores, fizeram ouvir médicos e uma jurista, para sentir o pulso a uma realidade que afecta milhares de pessoas em Portugal. 
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