Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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“Não nos devemos encostar à bananeira de êxitos passados”


Adérito Esteves sábado, 02 abril 2016
Portugal habituou-se à presença de Miguel Ângelo na cena musical, há largos anos. Apesar de o tempo parecer não passar pelo artista que era o rosto e a voz dos Delfins, a verdade é que já lá vão mais de três décadas de carreira. Mais, não obstante ser difícil de imaginar, Miguel Ângelo celebra, amanhã, 50 anos de vida. Essa, por si só, já seria uma razão suficiente para conversar com Miguel Ângelo, mas há uma razão mais forte: o cantor vai assinalar a data no palco do Centro Cultural da Gafanha da Nazaré, partilhando o seu aniversário com o dia do Porto de Aveiro. O concerto surge por essa razão, e em dia de festa, as prendas vão todas para a Cooperativa para a Educação e Reabilitação dos Cidadãos Inadaptados de Aveiro (CERCIAV), instituição a favor da qual reverte a verba de bilheteira. Mais uma boa razão para o público comparecer, às 21.30 horas, naquele espaço cultural ilhavense para ouvir um artista que nos dá música há 32 anos. E que não se cansa de o fazer, conforme assume nesta entrevista. Diário de Aveiro: Enquanto este telefonema “chamava”, já o ouvíamos a cantar. Gosta de dar música até a quem lhe telefona? Miguel Ângelo: Sim. Acho que até foi a agência [de comunicação] que colocou um “waiting ring” (risos). Na verdade, como não ligo para mim, nem sei qual é a música que tenho agora (mais risos). Isto não é o mesmo que ter aqui a minha própria rádio, mas sim, eu gosto de mostrar aquilo que ando a fazer.
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