Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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Operadores das salas de emergência reclamam carreira própria


foto: DR / Legenda: Profissionais dos Comandos Distritais de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria e Santarém reuniram ontem na sede da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santarém quinta, 24 janeiro 2019
Os operadores das salas de gestão de emergências dos comandos distritais e nacional da Protecção Civil exigem o reconhecimento da sua carreira, não aceitando, no processo de integração de precários, ser colocados como assistentes técnicos, disse ontem fonte sindical.Sérgio Carvalho, presidente do Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais, disse à Lusa que a proposta de enquadramento destes profissionais numa carreira geral da Administração Pública irá baixar a maior parte dos vencimentos “em mais de 300 euros”, quando grande parte deles exerce estas funções há mais de 15 anos, nalguns casos há mais de 20.O presidente do sindicato falava à margem de uma reunião que se realizou ontem de manhã, na sede da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santarém, com o objectivo de ouvir os profissionais que trabalham nos Comandos Distritais de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém e Leiria, “um a um”, a exemplo do que tem vindo a acontecer noutros pontos do País, para levar as suas preocupações ao Governo.
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