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Porto de Mós: Marcelo insiste em Plano de Pormenor em São Jorge “com respeito” pela História


Bruna João Santos / foto: Luís Filipe Coito / Legenda: Conferência contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa (ao centro, do presidente da Câmara, Jorge Vala, e de Alexandre Patrício Gouveia, presidente da Fundação quarta, 14 novembro 2018
A 'história' não é nova e, ontem, teve mais um ‘capítulo’, escrito também pelo Presidente da República. Em São Jorge, concelho de Porto de Mós, onde está localizado o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, Marcelo Rebelo de Sousa considerou "fundamental a elaboração de um Plano de Pormenor do Campo de Aljubarrota", em espera "desde 2007". O objectivo é que a área classificada possa "compatibilizar o desenvolvimento desejável" para aquele local "com respeito" pelo "lugar histórico". O campo da Batalha de Aljubarrota e área envolvente foram classificados em 2010 como monumento nacional e compreendem duas posições: a primeira, no lugar da Quinta do Fidalgo, Batalha, é relativa à primeira posição do Exército português na Batalha de Aljubarrota; a segunda, em São Jorge, diz respeito à segunda posição que estes militares ocuparam na disputa. A portaria que fixa a zona especial de protecção do campo da Batalha de Aljubarrota e área envolvente foi publicada em 2012, correspondendo às duas posições, sendo que em São Jorge engloba uma área de 200 hectares. No entanto, a população sempre alertou para os condicionalismos ao desenvolvimento que a classificação do campo militar e a criação da zona de protecção acarretam para aquela localidade. 
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