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Sector da construção continua a evoluir mas falta mão-de-obra especializada


Bruna João Santos segunda, 12 novembro 2018

O sector da construção tem evoluído favoravelmente e confirmado as previsões avançadas no início do ano, mas continua a debater-se com a falta de mão-de-obra, tanto especializada como diferenciada, o que constitui uma preocupação para as empresas. Quem o diz é Paulo Silva Santos, presidente da direcção da Associação Regional dos Industriais de Construção e Obras Públicas de Leiria (ARICOP), que, no sábado, juntou os  seus associados para celebra o 42.º aniversário.
Na opinião de Paulo Silva Santos, a escassez de mão-de-obra é "o grande limitador do crescimento da construção", apesar de o sector enfrentar outros problemas, como a "dificuldade na obtenção de licenças" e "a concorrência desleal movida pelas empresas que continuam a actuar no mercado sem a devida habilitação legal".
Com a crise do sector "bastante amenizada", o que se comprova nas previsões avançadas também pela Comissão Europeia, que apontam para "uma evolução favorável da construção com os indicadores a superarem os 3%", o presidente da direcção da ARICOP sublinha também o "optimis­mo dos empresários", que 'desenham' uma trajectória positiva no seu sentimento face à evolução da actividade da construção.

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