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Câmara de Leiria critica “postura” do ICNF na reflorestação do Pinhal


Helena Amaro / foto: DR/Arquivo / Legenda: Última reflorestação ocorreu em Outubro passado, pela mão da associação Quercus e da Fundação Ageas, que plantaram 22 mil árvores no Pinhal de Leiria terça, 06 novembro 2018

O presidente da Câmara de Leiria, Raul Castro questionou a “postura” do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) quanto à reflorestação do Pinhal de Leiria.
A “dúvidas” do autarca socialista fizeram eco na última reunião de câmara, depois de a oposição social-democrata questionar a campanha de reflorestação.
Raul Castro explicou que o Governo pretende “fazer o combate ao eucalipto”, através do “arranque” daquela espécie.
Segundou o autarca, o que acontece no Pinhal de Leiria, como de resto tem acontecido noutros pontos do País afectados pelos grandes incêndios, é que tem ocorrido regeneração natural de eucaliptos, “que estão a proliferar pelas matas” e, por isso, a aposta é o arranque dos eucaliptos.
O presidente da Câmara Municipal aproveitou o momento para questionar a actuação do ICNF: “Não percebo qual é a postura do ICNF. Não deixam plantar árvores autóctones e pinheiros nas zonas ardidas, porque tem que passar não sei quanto tempo e têm que limpar, mas depois passa o tempo previsto de um ano e não limpam coisa nenhuma. Tivemos iniciativas com a população e grandes empresas para acções de reflorestação, e fomos impedidos de o fazer, porque o ICNF não autorizou”.

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