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Dois dos sete arguidos no caso dos colégios GPS não vão a julgamento


foto: Arquivo segunda, 05 novembro 2018

O juiz de instrução criminal decidiu não levar a julgamento José Manuel Canavarro, ex-secretário de Estado da Administração Educativa, e José Maria Almeida, ex-director regional de Educação de Lisboa, dois dos sete arguidos do caso dos colégios GPS. A decisão do juiz Ivo Rosa de não levar a julgamento estes dois arguidos sustenta-se no facto de o magistrado entender não existirem indícios suficientes da prática de corrupção pas­siva. 
Os outros cinco arguidos do processo, gestores dos colégios GPS, irão a julgamen­to, pronunciados por peculato, burla qualificada e falsificação de documentos, tendo caído nesta fase o crime de corrupção activa e de abuso de confiança. O juiz Ivo Rosa determinou que fossem julgados os gestores do grupo GPS António Calvete, Fernando Manuel Catarino, Agostinho dos Santos Ribeiro, Manuel António Marques Madama e António Manuel Marques Madama. José Manuel Canavarro, que agora sai do processo, ocupou o cargo entre 21 de Julho de 2004 e 12 de Março de 2005, no XVI Governo, liderado por Pedro Santana Lopes, até à posse do Governo seguinte, chefiado então por José Sócrates.

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