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Jovem deixa as Ciências Forenses para se dedicar a uma adega


Alberto Oliveira e Silva terça, 19 dezembro 2017
De Vale de Cambra a Borba, com a vontade de vencer “um desafio”. Ana Rita Tavares, licenciada em Ciências Forenses e Criminais, com especialização em Tecnologias Forenses, “mudou-se”, em 2015, não só para aquela localidade do Alentejo, mas também para a área da Enologia. Num tempo em que se pede um maior espírito empreendedor, a jovem disse “sim” ao repto que lhe foi lançado por Fernando Tavares, seu pai e líder do grupo empresarial Sousa Tavares: reerguer a “SOVIBOR”, a Sociedade de Vinhos de Borba, uma “adega com história”, que, em 2018, comemorará 50 anos. Faltando-lhe o saber enológico, mas, decorrente do seu curso, tendo bases químicas para aceder à área, foi ao pólo do Porto da Universidade Católica buscar os conhecimentos que lhe faltavam para se tornar na directora de operações de uma casa de vinhos alentejanos. “Deparei-me com um desafio de monta”, recordou, salientando que havia que “fazer renascer a adega”, elevando-a a pergaminhos condizentes com as quase cinco décadas de vida. Tomou em mãos a tarefa de liderar a equipa – ao todo, trabalham 12 pessoas na SOVIBOR –, que tratou de reestruturar a empresa, o que implicou um investimento de mais de meio milhão de euros em obras nos edifícios e na compra de equipamento.
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