Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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Videovigilância faz falta para “limpar” as Ameias


sábado, 02 setembro 2017
O facto de as câmaras de videovigilância estarem desligadas na Baixa desde, pelo menos 2016, desperta sensações diferentes. Para quem está de passagem é quase indiferente funcionarem ou não, como no caso de Maria Alves, da Figueira da Foz, numa visita rápida a Coimbra. Mas quem tem de trabalhar, por exemplo, na zona do Largo das Ameias/Rua da Sota, poderiam «fazer toda a diferença». Publicada ontem a notícia de que a Baixa continua sem videovigilância por falta de licença (ver DC de sexta-feira), durante o dia tentou-se perceber se a situação causa algum tipo de insegurança ou mesmo obter comentários sobre um processo que se arrasta desde 2015. Das pessoas ouvidas, quase todas de responsáveis por casas comerciais, só uma permitiu facilmente a identificação. Precisamente a que tem dúvidas de que as câmaras estejam desligadas desde 2016, ou mesmo desde 2015. «Uma funcionária daqui ficou com o carro todo riscado, foi muito antes de 2015 e já nessa altura a PSP não conseguiu resolver nada com as câmaras…». Se funcionassem, ponderou, podiam ajudar muito, «por exemplo quando foi aquele caso de homicídio em Miranda» [Janeiro deste ano], em que o autor se suicidou em Coimbra, nas Ameias, teriam «percebido logo o que se tinha passado aqui»
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