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Centro de Artes quer colocar Águeda no roteiro nacional


António Jorge Pires (foto de JA Reportagens) sábado, 13 maio 2017
Em cerimónia que acabou por ser presidida por Pedro Nuno Santos, secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares (em representação do primeiro-ministro), o Centro de Artes de Águeda foi inaugurado, anteontem à noite, com o espectáculo de estreia Alma – Cantata Profana, op.23, uma obra com música de Luís Cardoso, textos de Manuel Alegre, interpretada por Margarida Reis (mezzo-soprano solo) e por grupos corais locais, e que juntou cerca de 350 pessoas em palco. Visivelmente emocionado, Gil Nadais, presidente da Câmara Municipal de Águeda, deixou claro que acredita que a nova infra-estrutura virá colocar Águeda no roteiro dos grandes espectáculos nacionais. “É um espaço que nos enche de orgulho, de qualidade superior e que deverá fazer de Águeda um referência enquanto destino cultural”, referiu o autarca, confessando que nunca esperou poder ver uma sala com a envergadura do Centro de Artes. Recordando que o equipamento surge como forma de preencher uma lacuna (a ausência de um sala de espectáculos de carácter municipal), Gil Nadais mostrou-se confiante no contributo decisivo do espaço para o futuro do concelho e da região.
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