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Esgueira-Benfica, um jogo com histórias de sangue e glória


Adérito Esteves (texto)/Ricardo Carvalhal (foto) domingo, 26 fevereiro 2017

O Clube do Povo de Esgueira vai, na próxima terça-feira, voltar a vestir o melhor fato para receber o Benfica (18.30 horas) e viver tempos de outros Carnavais. É que para quem não sabe - e não, não é um partida carnavalesca - o Esgueira tem no currículo dois vice-campeonatos, no início da década de 90, tendo perdido ambas as finais com o Benfica. Com o Benfica, não, com um “super-Benfica” que alcançou no pavilhão do Esgueira o quinto e sexto títulos de uma série de oito consecutivos. Já os esgueirenses, viveram nas épocas 1992/93 e 1993/94 os seus anos mais gloriosos, surpreendendo o mundo do basquetebol com uma regularidade que só mesmo uma super-potência conseguiu travar.

E se este é um jogo com história, é também uma partida cheia de histórias que vale a pena conhecer, e que mostram bem o que é aquele “clube familiar”. Se não, vejamos - sem contar com os escalões de formação -, só na actual equipa sénior do Esgueira, há dois atletas que são filhos de jogadores que, envergando a camisola esgueirense, disputaram as duas finais diante do Benfica: o base Ruben Cotton e o extremo Diogo Caetano, filhos de Rubbin Cotton e Jorge Caetano, respectivamente.

Se no Esgueira essas finais são inolvidáveis, há no Benfica quem também não as esqueça. Da actual equipa técnica encarnada, há três elementos que se sagraram campeões em Esgueira. Desde logo, o treinador principal, Carlos Lisboa e o seu adjunto, Carlos Seixas que somaram alguns títulos de campeão nacional ao longo das suas épocas. Mas há também Nuno Ferreira, que também integra a equipa técnica do Benfica e que venceu em Esgueira (93/94) o único título no escalão maior.

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