Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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Alexandre Amado quer Académica de esperança, resistência e crença


sexta, 20 janeiro 2017
Lágrimas de saudade e emoção para quem termina um ciclo que se tornaram, num ápice, em “efféreas”?de entusiasmo para quem chegou com novas ideias, entusiasmo e projectos por cumprir. A descrição, mesmo que breve, serve para “colorir”?os momentos que se viveram ontem na tomada de posse de Alexandre Amado como presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra bem como da restante equipa que ontem iniciou funções, para um mandato de um ano, na mais velha e maior associação de estudantes do país. E o estudante de Direito de 23 anos não perdeu tempo quanto às palavras no Auditório Central da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e, num discurso rápido mas objectivo, referiu a revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), a rejeição por parte dos estudantes de que a Universidade de Coimbra se transforme numa Fundação e a luta contra as propinas sobre as quais se devem «repensar mecanismos e tentar chegar à gratuitidade». Na perspectiva daquele que é o 107.º líder da DG/AAC, «o financiamento das universidades não deve depender dos estudantes» que, prosseguiu, na óptica da recém empossada direcção «não são clientes mas apostas no progresso colectivo do país», reforçou. Tendo considerado as propinas como um «obstáculo no acesso ao Ensino Superior», Alexandre Amado prometeu uma equipa com «coragem, abnegação e responsabilidade máxima» em prol dos direitos dos estudantes que frequentam a Universidade de Coimbra mas também do distrito, da região e do país, destacou. Numa espécie de lema que repetiu por duas vezes, no início e no final do discurso, o futuro advogado pretende que a AAC, que desde ontem lidera, seja um «farol de esperança, bastião de resistência e porta de crença no futuro», concluiu.
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