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“Não estive envolvido nos acontecimentos e tentei apaziguá-los”


Redacção (texto)/Paulo Ramos (foto) quarta, 09 novembro 2016

“Enquanto presidente do Grupo Desportivo da Gafanha, lamento muito os acontecimentos que se passaram ontem [no domingo]. Embora eu estivesse presente nos actos, não estive envolvido directamente nos mesmos e tentei apaziguá-los. Daí a minha localização na zona dos conflitos”. Foi assim que João Paulo Ramos comentou, ao Diário de Aveiro, os incidentes ocorridos no final do com o Tourizense, do passado domingo a contar para a 9.ª jornada da Série D do Campeonato de Portugal Prio, que terminou com a vitória (2-1) da equipa de Touriz.

O presidente da Direcção do Grupo Desportivo da Gafanha, em entrevista ao programa “Segunda Parte” da Rádio Terra Nova, relativamente aos confrontos entre os vários agentes desportivos que se estenderam aos balneários até 20 minutos depois do final do jogo, revela que “aconteceram agressões aos nossos jogadores, dentro do campo. O árbitro teve uma péssima arbitragem e, a quente, reagimos mas, somos contra todo o tipo de violência. Respeitamos toda a gente”.

João Paulo Ramos nem sequer admite um possível castigo aplicado pela Comissão de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol. “Se alguém for punido não serei eu, nem os meus. Com arbitragens tão más, não seremos nós a ser castigados. Espero para ver se a verdade vai ser dita e acredito na justiça desportiva”, refere o dirigente, que diz ser “adepto do Gafanha muito vibrante”.

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