Jornal defensor da valorização de Aveiro e da Região das Beiras
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“A sorte dá trabalho. Mas acredito que tenho muita sorte na vida”


Adérito Esteves quarta, 09 novembro 2016
Nos últimos meses, o aveirense Diogo Branquinho viveu quase tudo o que um jogador de ande­bol pode sonhar. O jovem que se iniciou no S. Bernardo tem apenas 22 anos, mas já cumpriu muitos dos seus sonhos. Uma semana depois do mais recente, a estreia na Selecção principal, o Diário de Aveiro falou com o jogador do ABC de Braga para perceber os sentimentos que o invadem nesta altura. Ele que teve o primeiro contacto com o Andebol quan­do tinha 7/8 anos. Depois disso, porém, afastou-se da modalidade para experimentar outros desportos como o ténis ou a na­tação. Até que, cerca dos 12 anos, voltou definitivamente ao Andebol. O que se seguiu, vem resumido nas linhas que se seguem. Diário de Aveiro: No último meio ano ganhaste uma Challenge Cup, sagraste-te campeão nacional pelo ABC, jogaste a Liga dos Campeões e, agora, estreaste-te na selecção principal. Aos 22 anos ainda te falta cumprir algum sonho no andebol? Diogo Branquinho: (risos) Cla­ro que sim. Nós não nos podemos prender ao que já ganhámos. Claro que é importante e vai ficar sempre na história da minha carreira andebolística, mas não me posso pren­der a isso. Já passou e ago­ra há que pensar no que se pode ganhar mais. O meu primeiro título foi uma Taça de Portugal, depois ganhámos a Supertaça, fomos campeões, apurámo-nos para a Liga dos Campeões. Além disso, é porreiro que o meu nome também esteja na história do ABC – um clube histórico e incontornável da modalidade -, porque fomos nós que conquistámos a primeira competição europeia do clube. Mas ainda me falta repetir estes feitos, ir a uma grande competição por Portugal e, se surgir oportunidade, jogar num gran­de clube europeu.
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