Segundo o ICNF, o terreno onde decorreu o corte de pinheiros-mansos é propriedade privada e “não está inserido em Zona Especial de Conservação, nem em área abrangida pela Rede Nacional de Áreas Protegidas”
O Ministério Público (MP) acusou 35 arguidos, incluindo uma sociedade de Vale de Cambra e os seus principais administradores, num processo de fraude fiscal que terá lesado o Estado e a União Europeia em 1,6 milhões de euros