
Conhecer um mundo de negócios
A segurança foi o primeiro assunto apresentado aos que se inscreveram e conseguiram um lugar no autocarro que percorreu o Porto de Aveiro por dentro, ontem de manhã, nas duas visitas abertas que integraram o programa de comemorações dos 218 anos da abertura da barra.
Por isso, após a partida em frente à sede da administração portuária, a entrada no Terminal Norte foi como se os visitantes passassem uma fronteira, como explicou Pedro Lemos, diretor de coordenação portuária.
Com mais de um quilómetro de cais, o Terminal Norte é uma zona restrita e monitorizada, por questões de segurança internacional. Por isso, a passagem da portaria para a área operacional tem um controlo de identificação.
Os protocolos de segurança mudaram muito desde o ataque terrorista às Torres Gémeas, em Nova Iorque (Estados Unidos da América), assim como o facto das áreas portuárias serem «muito apetecíveis para o tráfico de drogas».
Os visitantes não têm um contacto direto com a zona de operações, mantendo-se no autocarro, à exceção de alguns minutos, numa zona sem equipamentos, junto aos granéis líquidos, onde se movimentam produtos químicos, petrolíferos e biodiesel. Mas quanto a acidentes, ou derrames, os casos registados são «residuais»; o Porto de Aveiro continua a ser «um porto seguro», tranquiliza Pedro Lemos.
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