
Electrex assinala 80 anos de fabrico de máquinas de soldadura e corte/plasma
Atualmente sob gestão de Gonçalo Matos, João Alexandre Matos, João Francisco Matos e José Correia, a Electrex continua a apostar na investigação e desenvolvimento de novos produtos e na formação profissional, diversificando a sua gama de produtos e procurando novos mercados. A taxa de exportação ronda os 70 por cento
Diário de Aveiro: Qual é a vantagem competitiva da Electrex face aos demais “players” no mercado?
Gonçalo Matos (CEO): A Electrex diferencia-se no mercado por oferecer tecnologia de soldadura fiável a preços competitivos e pela excelência do seu serviço pós-venda.
Quais são as áreas de negócio onde a Electrex atua?
As áreas de negócio da Electrex podem ser descritas pelo seu ecossistema de marcas. Deste modo, a Electrex é fabricante de máquinas de soldadura e corte/plasma desde 1946. Atualmente, a Electrex está a diversificar toda a sua gama de produtos, oferecendo soluções tecnológicas fiáveis para toda a indústria metalúrgica, combinando desempenho, preços competitivos e um serviço pós-venda de alta qualidade. Por sua vez, a XBOT atua na área da automação industrial, robótica e soldadura, enquanto a xARC opera na área dos consumíveis para soldadura. Temos, ainda, a Escola de Soldadura, um espaço dedicado à formação profissional em soldadura e áreas relacionadas e serviços para as empresas ao nível de recrutamento de soldadores, consultoria e certificação de processos.
Quais são os produtos líderes da Electrex?
O nosso produto líder em termos de unidades produzidas é o DC 204, que consiste numa máquina de soldadura compacta, leve e portátil com alimentação monofásica para soldadura MMA (elétrodo revestido) e LIFTIG. Recentemente, as máquinas de soldadura “laser” manual têm tido um ótimo desempenho em termos de volume de vendas.
A Electrex dedica-se, exclusivamente ao mercado nacional?
Não, a Electrex está presente na Europa, onde destacamos os mercados espanhol, francês, belga e holandês, em África - onde destacamos Marrocos, Argélia e Angola -, no Médio-
-Oriente, onde estamos presentes na maior parte dos países, e noutros países da América Latina e Ásia, mas que ainda estão em fase de desenvolvimento ao nível comercial. A taxa de exportação ronda os 70 por cento.
A qualidade e a inovação são fatores que a Electrex não descura?
Sim, a qualidade e a inovação são fatores cruciais que a Electrex, como uma empresa de fabrico de máquinas de soldadura, não pode descurar. Somos certificados pela TÜV Rheinland e fazemos um investimento constante em Investigação e Desenvolvimento (I&D), sendo uma dimensão vital para a Electrex por várias razões estratégicas e operacionais. Tanto a qualidade com a inovação são aspetos fundamentais para manter a competitividade no mercado global e garantir a satisfação dos nossos clientes.
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