
«É uma sensação incrível saber que fui o melhor do ano a nível mundial»
Aos 12 anos, muitos jovens ainda descobrem as suas paixões, mas Xavier Ré, uma promessa do padel nacional, já sabe bem o que quer. Após uma época de 2025 irrepreensível, onde alcançou o topo do “ranking” mundial de sub/12 e conquistou, entre outros troféus, o título nacional, o jovem talento aveirense prepara-se, agora, para novos desafios. Apesar do sucesso, tem um discurso sóbrio, consciente de que só com consistência e trabalho poderá continuar a crescer e a alcançar os objetivos, sendo que um dos maiores que tem a curto/médio prazo é mesmo representar Portugal.
Diário de Aveiro: Em 2025 sagrou-se campeão nacional e venceu o masters de sub/12 e alguns torneios nacionais e internacionais. Para si, qual foi o ponto alto da época?
Xavier Ré: A época de 2025 foi muito especial, porque foi construída com muita consistência, desde o início até ao final. Houve várias vitórias importantes, mas o título de campeão nacional foi, sem dúvida, o ponto mais alto, pelo significado que tem de representar o melhor resultado possível em Portugal. Também destaco o Masters sub/12, porque junta apenas os melhores do ano e senti que cheguei a esse torneio muito confiante e preparado. Foi uma época de crescimento, aprendizagem e confirmação do trabalho diário.
A sua regularidade nos torneios do circuito “Promises” da Federação Internacional de Padel levaram a que terminasse 2025 como n.º 1 mundial. Era um objetivo?
Ser número 1 mundial não era um objetivo assumido no início do ano, mas sim uma consequência do trabalho e da regularidade ao longo da época. Claro que é uma sensação incrível saber que fui o melhor do ano a nível mundial no meu escalão, e deixa-me muito orgulhoso. Não sinto que “sou o melhor do mundo”, mas sinto que estive muito bem durante o ano e que mereci essa posição. Acima de tudo, motiva-me a continuar a trabalhar ainda mais.
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