
João Baião leva um “Baião de Oxigénio” a Santa Maria da Feira
O ator e apresentador português, João Baião, tem estado em digressão pelo país com o “Baião de Oxigénio”, o seu mais recente espetáculo. Nos dias 9 e 10 de janeiro, será a vez do Europarque, em Santa Maria da Feira, de receber a criação que junta humor, música, alegria e nostalgia. «O espetáculo é um “balão de oxigénio”, porque é muito ritmado, com muita energia, com muita alegria e é um espetáculo muito diversificado», explica o artista, em entrevista. Sobre recepção do público, o ator e apresentador confessa que nunca pensou que a criação teria um impacto tão significativo. «Há pessoas que dizem no fim que cantaram, que riram, que dançaram e até se emocionaram em alguns momentos».
Diário de Aveiro: Como nasceu a ideia para este espetáculo e em que momento decidiu que estava pronto para fazê-lo subir ao palco?
João Baião: Esta ideia vem na sequência dos espetáculos que fizemos anteriormente com a B Produções, a minha jovem produtora, depois dos “Monólogos da Vacina” e do “Feliz Aniversário”. Queremos dar continuidade a estas produções e levá-las por todo o país. O espetáculo começou a ser pensado na minha cabeça ainda durante o percurso do “Feliz Aniversário”, portanto a ideia começou a ser maturada em agosto, durante as férias, e depois fui alinhavando algumas ideias. No ano seguinte, em março, começámos os ensaios e depois criámos uma equipa, com o João Frizza na parte da autoria comigo, depois o Marco Mercier nas coreografias, o Tó Leal nas músicas com o Paquito, e os figurinos com o Carlos Gonçalves e o João Duarte. Começámos, toda uma equipa, a produzir o espetáculo e demorámos, sensivelmente, dois meses até estar pronto e estrearmos em maio deste ano.
Este processo de criação é uma constante para si? Vai sempre pensando em novos projetos?
Sim, sim, já estou a pensar no projeto que vamos estrear no próximo ano, depois de este acabar, porque este só acaba em meados de agosto e setembro, mas contamos ter um espetáculo novo para apresentar em outubro. Isto não se pode parar, temos sempre que continuar, até porque temos que marcar as datas com um ano de antecedência nos teatros do país que, felizmente, têm sempre muita ocupação, mas ainda estou num processo inicial do que será o próximo espetáculo,
Como tem sido a recepção ao espetáculo por parte do público?
Queremos sempre surpreender o público e agradar e este espetáculo está a ter um impacto muito grande: as pessoas dizem que este, dos três, é o melhor. Quando é assim fico muito bem, quando o último consegue superar os anteriores é, para mim, o objetivo a ser alcançado. Temos sempre que surpreender o público.
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