
Nelson Rodrigues pede ajuda para travar a maior batalha da sua vida
Até há cerca de dois meses, Nelson Rodrigues era um jovem, como tantos outros. Engenheiro informático, vivia feliz, com a mulher e as três filhas (duas adolescentes de 14 anos e uma menina de 7), no lugar da Giesteira, na freguesia de Águeda. Até então tudo corria bem, com Nelson Rodrigues, de 32 anos, a ser «um pai dedicado e um companheiro incansável de uma mulher que o ama incondicionalmente».
O pesadelo começou quando «a vida deles mudou de forma inesperada e cruel: o Nelson foi diagnosticado com cancro no pâncreas em estágio 4, uma das formas mais agressivas e difíceis desta doença terrível», como é referido na campanha que, neste momento, está a decorrer através da plataforma GOFUNDME, criada pela família para angariar fundos para Nelson Rodrigues «iniciar tratamento na Fundação Champalimaud, onde poderá receber cuidados especializados, personalizados e urgentes».
Luta passa pela Fundação Champalimaud
Desde a descoberta da doença, «cada dia tem sido uma corrida contra o tempo — uma luta desigual, mas travada com o coração cheio de esperança e o olhar voltado para o futuro», diz a nota “online” publicada na GOFUNDMEO, acrescentando que «o tratamento pelo Serviço Nacional de Saúde tem sido lento e que, por isso, «para ter uma verdadeira hipótese de continuar esta luta, o Nelson precisa de iniciar tratamento na Fundação Champalimaud». Acontece que, para este aguedense ir para aquele que é o primeiro centro de investigação e tratamento do cancro do pâncreas do mundo, «os custos são elevados, muito além do que esta família, já exausta emocional e financeiramente, consegue suportar sozinha».
Objetivo inicial era arrecadar 20 mil euros
Quando falámos, esta última terça-feira, com Nuno Cardoso, que preside à Junta de Freguesia de Águeda que se associou a esta causa maior, já tinham sido angariados «perto de 30 mil euros», ou seja, mais do que o objetivo inicial (20 mil euros). Mas, como nos explicou o autarca aguedense, «20 mil euros é o início de todo o processo. O tratamento vai, com toda a certeza, acarretar valores muito mais elevados». Nesta breve conversa com o Diário de Aveiro, Nuno Cardoso pediu «a todos os que puderem para partilhar esta causa e contribuir».
Os donativos podem ser feitos através do sítio www.gofundme.com ou transfererência bancária (PT5035600001900185354211).










