
Espírito de devoção inspira nova obra apresentada na Gala de São Gonçalinho
O Bairro da Beira-Mar, conhecido como um dos mais históricos e tradicionais de Aveiro, é palco, todos os anos, no início de janeiro, da Festa de São Gonçalinho, o seu padroeiro. Embora seja desconhecido o início da sua realização, a tradição religiosa remonta ao século XVIII, sem nunca perder o seu caráter solidário.
A celebração da cultura e da identidade local
À semelhança de anos anteriores, a Mordomia de São Gonçalinho, presidida pelo juiz Osvaldo Pacheco, emocionou o público, este domingo, com a sua 6.ª gala, realizada no Teatro Aveirense. Para o representante, esta foi uma oportunidade «para homenagear instituições e pessoas que, de alguma forma, cuidaram da causa identitária, cultural e religiosa que é o São Gonçalinho».
A estes reconhecimentos, a mordomia atribuiu o título de Mordomo de Honra, destinado a quem «possui ligações a Aveiro e ao santo padroeiro», explicou o juiz. Assim, foram entregues placas distintivas à Mordomia de São Gonçalinho 2024-2025 (do ano anterior), ao engenheiro António Oliveira, da OLI, e ao engenheiro José Ribau Esteves, atual presidente da Câmara Municipal de Aveiro», divulgou.
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