
Catálogos que guardam história(s)
São catálogos, ou melhor, «são mais livros do que catálogos», como sublinhou Ribau Esteves, para quem estes tais «livros» devem «estimular investigadores e outros a encontrar novos pretextos de narrativas».
“Guardam tesouros” «maioritariamente apartados da vista do público», sobretudo, por questões, «de conservação e de segurança». E agora - fruto de uma “sensibilidade” que, contrariamente aos seus antecessores, este executivo municipal teve - estão disponíveis «em formato impresso», podendo ser contemplados por qualquer um. Trata-se de «retirar [estes «acervos excecionais», segundo palavras de José António Rebocho Christo] dos cofres e das gavetas e pô-las ao dispor do público em geral», disse o autarca, recordando que estes registos, que contam história(s) e que ficam para a história, «começaram a ser pensados há 22 anos».
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










