TAP
Poderá uma privatização parcial fazer crescer a TAP, sendo o Estado o acionista maioritário? Seria preferível a venda da maioria do capital com exigências expressas num acordo parassocial?
A TAP sofreu três privatizações: 1953, 1998 (Swissair) e 2014 (Atlantic Gateway: Neeleman e Pedrosa), e outras tantas nacionalizações. Numa altura em que se disputa a quota de mercado do Brasil e EUA (vantagem adquirida na gestão de David Neeleman), manter o Estado como maioritário, o atraso do novo aeroporto e das obras na Portela, podem perigar tal vantagem.
A alienação de 49,9 por cento (escondendo a 2.ª fase da privatização), a correr bem, será mérito do Chega e do PS, que são contra a venda da maioria do capital. Se correr mal, terá o Governo de suportar as consequências. A TAP é a única transportadora aérea estatal, na UE. O seu futuro fica assim condicionado por decisões políticas de curto prazo.
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