
Festival dos Canais volta a ser uma «festa ao ar livre»
Oito países, 17 palcos, 88 apresentações e 28 projetos são números que, para Leonor Barata, programadora cultural do município de Aveiro, «dão bem noção da escala» do Festival dos Canais, cuja edição de 2026 foi ontem apresentada no Centro de Congressos da cidade.
O evento, que este ano conhece a sua 11ª edição, decorre de 15 a 19 de julho em vários espaços de Aveiro com participação gratuita. «O Festival dos Canais é uma festa ao ar livre. Durante cinco dias Aveiro transforma-se num palco com uma programação multidisciplinar destinada a diversos públicos», resumiu a responsável, acompanhada na apresentação pública pelo presidente da Câmara, Luís Souto.
O certame é «um palco de encontro entre diversas linguagens, culturas e comunidades» com uma «lista muito longa de espetáculos», assinalou Leonor Barata, assumindo que o festival, além de «um espaço de entretenimento e fruição», será também usado como fórum «de reflexão e diálogo sobre o que nos afeta enquanto humanos».
A programação, que implicou uma preparação «muito longa», foi construída com teatro de rua, música, dança e circo contemporâneo, com realce para quatro estreias nacionais: “Why not?”, do italiano Piero Ricciardi; “Gaia”, dos franceses Compagnie Bivouac; “Eirenê”, dos espanhóis La Troupe Malabó; e “Tawa”, dos franceses Compagnie Gratta Ciel.
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