
Movimento denuncia «condições precárias» de habitação
O Movimento Porta a Porta - Casa para Todos visitou ontem o bairro com 14 núcleos familiares de etnia cigana na Rua 4 de outubro na zona das Agras, em Aveiro, concluindo que não estão a ser dadas alternativas de realojamento. Duas famílias foram instaladas em módulos de habitação tipo contentores durante a presidência da Câmara de Élio Maia, anterior a Ribau Esteves.
O tempo foi passando e o número de pessoas também, vivendo «em condições precárias». «Foram obrigados a irem construindo porque não foram conferidas soluções habitacionais», disse ao Diário de Averio João Canas, do “Movimento Porta a Porta”. O caso das Agras «é crónico», diz, porque haverá, apenas, soluções para os dois núcleos familiares de origem do bairro e não para os restantes 12, disse o dirigente do movimento que critica as medidas do mercado de arrendamento e construção.












