
“O pinheiro que queria ser bateira” é lançado hoje em Águeda
«Este livro surgiu da vontade de deixar registados os segredos da construção das bateiras» na Pateira de Fermentelos, explica Susana Freitas, autora de “O pinheiro que queria ser bateira”, que é lançado hoje, pelas 18.30 horas, no Centro de Interpretação do Rio, em Águeda.
Editada pela Sana Editora, em parceria com a Câmara de Águeda, a obra foi escrita por uma assumida apaixonada pela Pateira de Fermentelos, as suas tradições, fauna e flora, e ilustrado por Inês Baptista, vencedora do prémio de ilustração promovido pela Câmara de Águeda. Ao Diário de Aveiro, a ilustradora explicou que se inspirou na vida da pateira, desde as plantas aos animais que ali vivem, mas também nas tradições que se mantêm graças a alguns resistentes, como acontece com a construção de bateiras, e que tem tanto de rara como de exclusiva da zona.
Inês Baptista partilhou ainda que, embora o conteúdo seja real e preciso, «não deixa de ser um livro infantil, daí a importância das ilustrações», e para as quais recorreu às “paletes” cromáticas das estações do ano, acreditando que, «assim, os mais novos se sintam mais envolvidos e interessados».
Relativamente ao conteúdo da obra, ela dá a conhecer, através de uma narrativa simbólica, a tradição da construção artesanal das bateiras da Pateira de Fermentelos, acompanhando a viagem da personagem Agulhas e convidando os leitores a refletirem sobre os sonhos, a identidade e a importância da preservação do património natural e cultural.
Refira-se que este é o segundo livro da Sana Editora com este tema.











