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Proprietários de Loureiro preocupados com expropriações para a linha do TGV

A Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis promoveu um debate na freguesia e informou que a concessionária AVAN garante «um diálogo aberto e próximo» com todas os afetadas pela obra

A sede da Junta de Freguesia de Loureiro, em Oliveira de Azeméis, acolheu a sessão pública de esclarecimento sobre a futura Linha de Alta Velocidade (TGV), promovida pela concessionária AVAN Norte.
Em nota de imprensa, a câmara das Terras de La Salette salientou que «o encontro serviu para apresentar o impacto local da futura infraestrutura ferroviária na freguesia, tendo ficado marcado por algumas preocupações dos proprietários relativamente aos processos de indemnização e expropriação de terrenos».

Acentuou que, «apesar da implementação da linha no concelho ser de apenas 800 metros de extensão, o impacto territorial sentir-se-á em Loureiro, em particular na localidade de Arrota». O projeto ocupará uma área estimada de 13,34 hectares. Além do canal ferroviário, a freguesia acolherá duas infraestruturas cruciais para a operação e sustentabilidade da linha: um centro de manutenção ferroviário e uma subestação de tração elétrica.

Com «uma forte afluência de moradores e proprietários dos terrenos que serão afetados pelo atravessamento da linha de alta velocidade», o debate centrou-se, maioritariamente, «em matérias como a definição exata das áreas afetadas, indemnizações por expropriação, montantes dos pagamentos e partes sobrantes dos terrenos divididos pela linha».

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Julho 14, 2026 . 15:15

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