
«É importante que a nossa direção seja formada por pessoas de confiança»
Foi num dia de pleno Verão, aproveitado por muitos jovens que fazem das margens do Rio Novo Príncipe a sua “praia” predileta, que Luís Lopes recebeu a equipa do Diário de Aveiro para nos falar da Coletividade Popular de Cacia (CPC), Ainda antes de iniciar a visita guiada às instalações da coletividade caciense, falou-nos da longa ligação ao remo. «Comecei em 1997 como remador em Cacia, passei pelas camadas jovens até chegar a sénior. Estive nas seleções nacionais e, mais tarde, cinco anos no Galitos. Depois, estive dois anos sem ligação ao remo, mas regressei em 2013», contou o dirigente.
Estava, assim, dado o mote para, três anos depois, em 2016, chegar à presidência da CPC, algo que, admite, só foi possível pela forte «pressão» e influência movida pelo ex-presidente, Jorge Afonso.
Dez anos depois, Luís Lopes diz que o Cacia - nome pelo qual é normalmente conhecido o clube - está bastante diferente. Para melhor, claro. Luís Lopes começa por dar o exemplo da evolução do número de atletas. «O clube cresceu muito ao nível de atletas. Em 2014, tínhamos 12 atletas, agora temos sempre entre 50 e 60», destaca o presidente. Mas o crescimento da CPC não se resume ao número de remadores que possui. «O clube ganhou mais títulos nos últimos dez anos do que em todos os anos anteriores», sublinha. Vários campeões e presenças nas seleções nacionais e um campeão europeu universitário, são provas reais do desenvolvimento do clube em termos competitivos.
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