
Guitarra faz do território um palco internacional em nove dias
A cultura é um dos motores mais fortes de um território, capaz de aproximar pessoas, criar identidade e projetar comunidades para além das suas fronteiras. É neste enquadramento que surge o Festival Internacional de Guitarra de Aveiro (FIGA), organizado pela associação com o mesmo nome, que regressa pelo segundo ano consecutivo, entre os dias 4 e 12 de julho, aos municípios de Aveiro, Ílhavo e Estarreja.
A música como fator de coesão social e territorial
Ao longo de nove dias, os três municípios da região de Aveiro serão palco de uma programação [ver caixa] dedicada à diversidade estética e cultural da guitarra, reunindo «artistas de seis países diferentes, jovens intérpretes em ascensão e projetos que cruzam tradição, inovação e criação contemporânea», informou Hugo Simões, presidente da Associação FIGA, durante a apresentação do festival, que decorreu ontem no auditório do edifício da Antiga Estação de Aveiro. Segundo o responsável, «a programação foi concebida para valorizar diferentes linguagens musicais, desde o repertório histórico à música dos nossos dias, promovendo simultaneamente o diálogo entre artistas, públicos e territórios».
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