
Economia azul “no ponto” para a fase de desenvolvimento de produtos
A Região de Aveiro tem um grande potencial em termos de economia do mar, mas urge passar da fase dos «produtos de teste» para «a criação de produtos» que possam competir nos mercados, inclusive nos mercados internacionais.
Davide Ricardo, presidente da Inova-Ria, associação que reúne empresas tecnológicas, salientou ontem, no Museu Marítimo de Ílhavo, que, tendo já sido conseguido que os “players” (agentes) da economia do mar se sentassem «à mesma mesa», é necessário que o desejado «ecossistema» deixe de ser baseado em «ilhas de conhecimento» para abraçar uma «interoperabilidade.
Na mesa-redonda do evento “Azul Digital - Soluções Digitais para a Economia do Mar”, promovido pela associação a que preside, em parceria com a Universidade de Aveiro (UA) e com o Fórum Oceano, preconizou que se avance do mais pequeno para o potencialmente global, aconselhando que a crescente partilha de dados, que deverá ser feita sempre «de forma segura», leve a uma abordagem que, num primeiro momento, ausculte os pequenos empreendedores, um pescador, por exemplo, para saber que soluções digitais podem ter «um impacto positivo no seu negócio».
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