
Município quer criar o Museu do Pão de Vale de Ílhavo
O presidente da Câmara Municipal de Ílhavo tinha acabado de descer do palco onde tinha aberto oficialmente a Festa do Pão e dos Sabores de Ílhavo, que decorre até ao final da tarde deste domingo no Jardim Henriqueta Maia, e também havia homenageado as padeiras e as moagens participantes, quando, em declarações aos jornalistas, adiantou que é intuito deste executivo criar o Museu do Pão de Vale de Ílhavo. Aliás, a presença do Museu do Pão de Seia nesta edição, com uma exposição que poderá ser apreciada pelos «três a quatro mil visitantes esperados», não é por acaso, tendo a ver «até um bocadinho com isso, com esta nossa intenção de musealizar a história do pão, desde o grão até à mesa».
Fundos europeus serão determinantes
Segundo Rui Dias, a unidade museológica de Vale de Ílhavo não será «estática, parada, numa casa qualquer [como tantas outras que há no país]». Pelo contrário. «Estender-se-á ao longo da linha de água que, no fundo, alimentava as azenhas e as moagens, onde se produzia a farinha que “sustentava” a indústria da panificação de Vale de Ílhavo», explicou o autarca, acrescentando que, para este projeto se concretizar ainda neste mandato, «falta-nos um parceiro fundamental [União Europeia], que é aquele que pode ajudar a financiá-lo de uma forma substancial».
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










