
Cais do Paraíso à espera de Luís Souto Miranda
As atenções estão viradas para o presidente da Câmara de Aveiro, Luís Souto Miranda, sobre o Plano de Pormenor do Cais do Paraíso (PP-CP), aberto à construção de um hotel de 12 andares, cuja suspensão foi decretada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Aveiro, tal como noticiou a RIA.
Desde o conhecimento da decisão do TAF que Luís Souto Miranda se encontra no Brasil e regressará hoje a Aveiro, mas, se agir de acordo com o padrão que é conhecido, não se pronunciará por se tratar de questões judiciais. Mas são esperadas justificações para a falta de oposição à providência cautelar, interposta pelo Ministério Público, da qual resultou a suspensão do PP-CP e de comunicação com a empresa Cais do Paraíso, interessada na construção do hotel. Também, tal como noticiou a RIA, o administrador da Cais do Paraíso, Munir Asharaf Aly, está aberto a relocalizar o investimento e alterar o projeto. Outras questões são relativas à falta de um estudo de impacto ambiental, ocupação de zonas de proteção da ria e desconformidade entre o limite de seis pisos, segundo o Plano Diretor Municipal e os 12 andares permitidos para o hotel no PP-CP.
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