
CETA estreia “O sonho americano”
Diário de Aveiro: “O sonho americano” parte de um texto já existente ou foi escrito para teatro? E corresponde a que época?
João Tarrafa: Preferimos não divulgar essas informações. A própria encenação procura não situar a ação num ano, década ou lugar específicos. Por outro lado, não conseguiria explicar a história sem desvendar demasiado.
Quantos atores estarão em palco?
Três atores: Eduardo Queirós, João Rodrigues e Tiago Lopes.
Foi fácil reunir este elenco?
Desta vez não houve “casting”. O elenco é quase exatamente igual ao do primeiro espetáculo que encenei no CETA, em 2022, o “Tríptico”. A única diferença é a Ana Velhinho, que no “Tríptico” estava no elenco e que agora faz a assistência de encenação. Há uma dose de coincidência, mas também o facto de eu me divertir muito a trabalhar com estas pessoas, de termos uma cumplicidade muito grande no trabalho, e de os processos serem muito ricos e pacíficos a nível pessoal. Há ainda uma camada emocional: esta é a minha quarta encenação no CETA e esta será a última começada pela direção do CETA que agora terminou, e, nesse sentido, este espetáculo fecha um ciclo começado em “Tríptico”.
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