
S. Jacinto com poucas respostas
Jorge Gonçalves, da bancada socialista na Assembleia Municipal de Aveiro, não obteve respostas a todas as perguntas feitas à câmara sobre S. Jacinto. É uma freguesia «completamente periférica do concelho, desertificada, empobrecendo as populações, sem Internet nem parque de campismo», é distante de um ponto de venda de jornais, agência bancária e acesso a uma ambulância e hospital. O “ferryboat” falha, notando uma «secundarização» de S. Jacinto e «vulnerabilidade social», disse, sublinhando que «uma em três casas não tem aquecimento».
Luís Souto Miranda deu algumas respostas sobre o assunto: há acesso à Internet no “Espaço Intergeracional”, o “ferry” Salicórnia foi uma «grande melhoria», há dois anos, mas é preciso «melhorar a oferta e a comunicação». Também se referiu ao CAR Surf, no qual pretende que seja usado por outras modalidades para além dos desportos de ondas, porque está «subaproveitado». O presidente disse ainda que a câmara vai instalar «equipamentos de exercício físico» em S. Jacinto para uso da população.
A freguesia «tem especificidades» e «haverá novas possibilidades de investimento», sem concretizar, mas anuncia um fase de desenvolvimento «assim nos deixem trabalhar, porque quase todos os grandes dossiês vêm acompanhados da artilharia política (dos partidos da oposição) ou por outras vias», como referiu.










